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GOLPE

Servidora presa é acusada de desviar R$ 2,7 milhões de Prefeitura no Sul de Minas

Investigada trabalhava em setor financeiro. Na sua casa foram apreendidos três carros e objetos de alto valor

Publicado em 05/08/2026 às 20:23

Thamares Maria Moraes é suspeita do desvio de alto valor das contas da Prefeitura (Foto: Divulgação redes sociais)

A Polícia Civil está investigando uma servidora da Prefeitura de Três Pontas, no Sul de Minas, suspeita de golpe financeiro que pode ultrapassar R$ 2,7 milhões. A investigada Thamares Maria Moraes, de 31 anos, trabalha na Tesouraria da administração municipal e disso teria se aproveitado para cometer as irregularidades envolvendo movimentações financeiras. 

Nesta terça-feira (4) a Polícia Civil cumpriu mandados de prisão contra a investigada e de busca e apreensão em sua residência. No local foram encontrados inúmeros objetos de alto valor e três carros de luxo. 


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Ela foi encaminhada ao sistema prisional e se encontra à disposição da autoridade judiciária. O inquérito aberto na Delegacia da Polícia Civil tramita em segredo de justiça. 

Thamares Moraes tornou-se servidora efetiva do município em 2019, conforme consta no Portal da Transparência. Exerce função de técnica administrativa lotada no setor de Tesouraria da Secretaria Municipal da Fazenda. Ela foi afastada do cargo tão logo a administração identificou, através de auditorias internas, possíveis irregularidades na seção. 

Em nota sobre o caso, a Prefeitura de Três Pontas informou que: 

"Durante procedimentos de auditoria interna, recentemente foram identificados indícios de possíveis irregularidades envolvendo movimentações financeiras na Prefeitura de Três Pontas. Diante da situação, foram imediatamente adotadas as medidas administrativas cabíveis, incluindo o afastamento preventivo da servidora efetiva investigada e o encaminhamento do caso às autoridades competentes para apuração. As investigações encontram-se em andamento, razão pela qual diversas informações ainda dependem da conclusão das diligências, inclusive aquelas relacionadas ao período das movimentações, ao valor eventualmente envolvido e à extensão dos possíveis prejuízos aos cofres públicos”.

Fonte: Portal da Cidade Pouso Alegre, com informações da PCMG

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